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  • Professores da LOI English: Dianna Henshaw

    Quando o objetivo é aprender Inglês, ter contato com pessoas de diversos países anglófonos é uma das formas de aprimorar a capacidade de compreender uma grande variedade de sotaques. Por esse motivo, os professores da LOI English não são apenas dos Estados Unidos.

    Dianna Henshaw é um exemplo disso, a professora é da Nova Zelândia, país que tem uma diferença horária enorme em relação ao Brasil – quando em Brasília são 8h, lá são 23h. Ela comentou que, por causa disso, muitos dos seus alunos brasileiros acham que as horas que tem disponíveis, por vezes, são um pouco malucas.

    Segundo Dianna, a maior parte dos seus alunos são da Rússia e do Brasil, sendo que os brasileiros costumam ser dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Ela ainda fez questão de frisar que se sente verdadeiramente confortável falando com brasileiros, que, na sua opinião, possuem um sentido de humor singular.

    Falando nisso, Dianna contou que o seu método preferido de ensinar é através do humor, usando situações cômicas e formas caricatas de ver os erros, de maneira a que o aluno entenda onde está errando, mas que não se sinta constrangido por isso. A professora acredita que dar aulas através do Skype é uma forma de partilhar experiências e construir uma relação de confiança com o aluno, que permita que ele fale abertamente dos seus medos, objetivos e frustrações em relação à língua. Já que, somente conhecendo esses detalhes, bem como a personalidade de cada pessoa com quem trabalha, é possível criar uma experiência de aprendizado plena e verdadeiramente interessante.

    Tal como os outros professores da LOI English com os quais conversei, Dianna apontou a pronúncia – seja do -ed no final das palavras ou das vogais que muitos tendem a esticar de demais – como sendo uma questão transversal a todos os estudantes brasileiros. Embora consiga apontar problemas comuns entre alunos de determinada nacionalidade, de acordo com Dianna, ela encara cada aluno com único e usa a “caixa de ferramentas” que tem na cabeça para saber qual ferramenta (ou conjunto de ferramentas) usar com cada indivíduo. Na opinião dela, essa é a chave para atingir o seu objetivo principal enquanto professora de Inglês, que é preparar os seus alunos para serem capazes de comunicar em situações reais.

    Para a professora, que tem 15 anos de experiência ensinando Inglês para estrangeiros, dar aulas a alunos de diferentes países é uma oportunidade de partilhar experiências e conhecimento, com a vantagem de se sentir transportada para outro país cada vez que abre o Skype para falar com um aluno. Isto acontece, segundo ela, por causa da influência que a cultura de cada estudante tem no seu aprendizado do Inglês, fazendo com que a sua fluência, ritmo e escolha de palavras muitas vezes tenha mais a ver com a cultura na qual se desenvolveu do que propriamente com o seu nível de conhecimento da língua.

    Dianna referiu ainda que alguns professores têm tendência para ver os alunos como cabeças vazias que precisam ser preenchidas. No entanto, ela acredita que seus alunos não são cabeças vazias, mas sim seres com conhecimento e experiência. Por isso, tenta sempre adequar o método de aprendizagem e os assuntos a serem ensinados de modo a que se enquadrem aos conhecimentos que cada pessoa tem, pois só assim o que ela está ensinando será útil para os seus alunos.