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  • Professores da LOI English: Alexa Whinery

    Apostar em aulas de conversação online para aprimorar as capacidades em Inglês é algo relativamente novo. Por isso mesmo, conhecer um pouco melhor quem faz este trabalho pode ajudar a que as pessoas se sintam mais à vontade para experimentar essa forma de aprendizado. Tal como aconteceu na semana passada, tive uma conversa com um dos professores da LOI English, a Alexa Whinery.

    Nascida nos Estados Unidos, Alexa já viveu por todo país. Daí que, dependendo do fuso horário no qual se encontra, ela costume ter alunos de diferentes nacionalidades. No entanto, é comum falar com pessoas que vivem no Brasil, na Rússia, na Argentina e no Equador.

    Uma coisa que me intrigou na sua biografia – que está disponível no site – foi o fato de ela conhecer diversos sotaques existentes nos Estados Unidos, que tal como acontece no Brasil, variam consoante a região. Segundo Alexa, não existe nenhum sotaque melhor do que outro, pelo que ela não tenta forçar que os seus alunos falem de determinada forma. Caso queiram aprimorar o seu discurso para ter um sotaque específico, ela ajuda nesse sentido. Porém, não tenta impingir nenhum tipo de “sotaque padrão”, já que, como ela própria diz, o Inglês é falado por pessoas de diversas nacionalidades e não existe necessidade de inserir o sotaque em uma norma para que o discurso seja compreensível, basta que a pronúncia esteja correta.

    Falando em pronúncia, questionei Alexa sobre quais eram as maiores dificuldades dos brasileiros que a procuram. Embora não goste de generalizar, dado que prefere tratar cada caso individualmente, Alexa comentou que a pronúncia é uma das dificuldades mais comuns dos estudantes brasileiros, desde os níveis de iniciação até aos mais avançados. Alexa também citou a construção frásica como uma dificuldade, mas, nesse caso, não é tanto uma questão de nível, tendo mais a ver com o fato de se saber pensar em Inglês.

    Nesse ponto, de aprender a pensar em Inglês para evitar erros na hora de falar, Alexa referiu que uma das técnicas que usa é a leitura de diálogos e sinopses de filmes e séries, para facilitar o aprendizado da língua, a obtenção de vocabulário e ajudar a que os estudantes consigam se expressar de forma a que o discurso soe mais natural para os nativos. Segundo ela, essa exposição ao Inglês corrente, que é falado atualmente, é uma das maneiras mais eficazes para um não-nativo aprender a falar de forma mais natural.

    Além disso, a exposição às questões culturais também funciona como uma ajuda essencial. Tal como acontece no Brasil, existem diferentes formas de expressar o mesmo de acordo com as regiões dos Estados Unidos. Daí que, para Alexa, o conhecimento da cultura seja essencial para uma melhor compreensão do idioma.

    A conversa fluiu naturalmente e uma das coisas que reparei é que ela não gosta muito de generalizações. Para a Alexa, tratar cada estudante individualmente é sagrado. Por isso, ela pareceu ser uma ótima opção para quem está cansado de ser só mais um nos cursos que faz e sente falta de um trabalho mais personalizado.